domingo, 24 de agosto de 2014

NOITE A DENTRO VIDA À FORA







Seguia eu pela noite

Lua, ruas, esquinas

Uma luz, um bar

Alguém, um copo e um gelo

Sonhos

Fantasias

Mentiras e frustrações

Seguia eu pela madrugada

Ruas, breus, um beco

Som, um canto

Alguém, cânhamo e isqueiro

Ideologias

Fantasmagorias

Mentiras e decepções

 Seguia eu pela vida...

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Minha visão...



A realização de um sonho depende de muita dedicação, esforço e persistência. Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho sem sacrificar feriados e fins de semana, pelo menos uma centena de vezes. O meu sucesso esta sendo construído à noite, mas para você obter um resultado diferente da maioria, você tem que ter persistência e amar o que esta fazendo. Se fizer igual a todos, terá os mesmos resultados de todo mundo. Eu não me comparo à maioria, pois infelizmente ela não é modelo de sucesso. Se você quiser atingir uma meta, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chopp e comendo batatinha frita, você terá que planejar seus passos, enquanto os outros permanecem a frente da televisão, você terá que trabalhar, em quanto os outros estão tomando sol a beira da piscina. Um sonho depende de sacrifícios, há muita gente que espera o sonho se realizar por mágica, mas toda mágica é ilusão e a ilusão não tirá ninguém de onde está. Na verdade a ilusão é combustível dos perdedores, pois quem quer fazer alguma coisa encontra um meio. Quem não quer fazer, encontra uma desculpa. Mas lembre-se nunca é tarde demais ou cedo demais para ser quem você quer ser. Não há limites de tempo. Comece quando quiser, mude ou continue sendo a mesma pessoa. Não há regras para isso. Você pode tirar o máximo proveito ou o mínimo. Espero que tire o máximo. Espero que sinta coisas que nunca sentiu antes. Espero que conheça pessoas com um ponto de vista diferente. Espero que tenha uma vida da qual se orgulhe. E se não se orgulhar dela, espero que encontre forças para começar tudo de novo...

sábado, 16 de agosto de 2014

O povo burro, copa e segundo turno


         O Brasil, ou melhor, a seleção brasileira foi derrotada em sua própria casa, prato cheio para o “Tea party” brasileiro agir utilizando a frustração do povo, a derrota, o seu ópio estragado por quatro anos.
         Se mergulharmos na história recente do Brasil, veremos que “jogadas de marketing” sempre foram armas eficazes para “manear” e controlar o povo-gado.
        O populacho domina e é dominado pelo facebook. É possível que seja a mídia que mais o atinge.
        É lá no “face” que vemos a atuação dos “adeptos-manipulados” do “Tea party” brasileiro espalhando viral e inconscientemente o discurso e ideias como o “#não vai ter copa” etc.
        Mídia e internet não param de bombardear  nossas mentes com o lado negativo da copa, descalabros da FIFA, gastos excessivos do governo Dilma que será pago por você cidadão idiota e outras formas pejorativas em ralação ao governo.
        Um discurso com total falta de embasamento como o “#não vai ter copa” foi comprado pela parcela manipulada da sociedade que infelizmente é a maioria.


        A  direita sabe que tem mínimas chances de conseguir vencer a eleição presidencial ,mas se conseguir atrapalhar um pouco levando a eleição para o segundo turno, seu papel já pode-se considerar bem feito.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

O não-lugar



          Belo final de tarde, eu, na estrada.
          Paro para vislumbrar quem vem e quem vai, desce ou sobe, parte ou chega.
          Dentre as opções anteriores, a maioria que está cruzando a estrada não vai ou vem, apenas ficam.
          São pessoas que são ou tornaram-se do lugar.
          Pertence a elas o chão e o desgaste do mesmo que elas lhe causaram entre suas eternas idas e vindas.
           Lugar, pertencimento, enfim, pertencer a um lugar parece algo simples, mas não é.
           O que nos prende a um lugar é tão sensível e tênue que é quase inexistente.
           Na verdade o lugar não prende ninguém, mas, as pessoas sim e as lembranças que elas causam.
           Do mesmo modo o que nos faz sair e repulsar algum lugar são elas, as mesmas pessoas e lembranças.
           São mágoas e más lembranças que nos fazem agir e tomar atitudes de mudança, muito mais do que a perspectiva de vitórias e prazeres.


          O que pode ocorrer também é que a pessoa pode estar causando mal para si mesma. Nesse caso de nada adianta trocar de endereço. É mais prático e saudável trocar de mentalidade.





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quarta-feira, 30 de julho de 2014

Um Junkie em Dourados




       Getúlio foi ao cinema. Estava fechado. Motivo? Chuva.
       Como o cinema estava fechado ele resolveu dar uma volta por Dourados.
       Por volta da meia noite encontrava-se ele em um bar “underground” douradense.
       No bar ele entabula conversa com um rapaz que tinha o apelido de Zumbi. Por seu nome Marcos ninguém o conhecia.
       Zumbi tinha mais dois de sua grei que se chamavam Luiz e Rogério.
       Com Luiz e Rogério cheirou cocaína, tomou vodca e cerveja.
       O resultado da noite para ele fora constatado no dia seguinte como uma bela experiência de perda de tempo.
       Não se perdoava por ter chegado às quatro e meia da manhã, dormir o dia todo e despertar somente às seis da tarde. Perdeu um lindo dia chuvoso, seu favorito por uma ridícula noite pesudojankie.
       Percebera nesse momento que não tinha aptidão para uma vida junkie junto ao baixo clero, onde a cocaína era de péssima qualidade e o crack era acessível. Logo crack. Ele odeia crack.
       A noite anterior lhe mostrou que antes estar só do que mal acompanhado.
       Para não dizer que tudo lhe foi ruim, ele aconselhou um dos jovens indeciso a cursar licenciatura.      
       Ele espera que o rapaz faça vestibular e deixe essa vida de consumidor de cocaína de baixa qualidade.
       Ao final do conselho eles tiveram que sair às pressas do bar por que alguém iria dar uns tiros em um dos rapazes que lhe acompanhavam e ele não queria ser alvo de uma bala perdida.
       Bar Chopperos e Satifaction não lhe verão tão cedo.






                                         Visitem Kbçapoeta

terça-feira, 15 de julho de 2014

QUEM SOFRE O PECADO ?


          O conceito de pecado é interessante. Eu como descendo dos silvícolas, compreendo a dificuldade de meus antepassados em compreenderem esta latina palavra.
        Não é a palavra em si, mas sua amplitude semântica, melhor traduzindo, o conjunto de elementos que compõem esse sentido.
        Hoje, ano de 2013, posso dizer que algo errado e pecado deveriam ser sinônimos. Não é! É muito mais.
        É possível afirmar que pecado é uma ação. Se há uma ação deve haver quem a cometa e quem  sofre seus efeitos.

       Como se chama quem sofre a ação do pecado?


segunda-feira, 7 de julho de 2014

Ele conheceu ele.




        Pela primeira vez ele teve coragem de realizar um ritual místico. Lembrou que Marcelo Motta da O.T. O recomendou: quer se conhecer? Pratique expansão mental.
        Ele não via a expansão mental no sentido pejorativo e sim como um atalho para o autoconhecimento.
        Santo Daime, Jurema, União do Vegetal e outros conseguiram canalizar os benefícios da evolução que proporciona conhecer a si mesmo através de certas substâncias.
        Lembrou-se do que ocorreu com o ator cômico de programa popular humorístico Eduardo S. O ator realizou o ritual do Santo Daime e sua única vontade era ficar só. Pode-se presumir que o contato com ele mesmo não foi bom.
        Deve-se considerar que em muitos casos pode ser o enjoo que a gestão do chá do ritual pode causar, mas, o citado rapaz não se queixou de enjoo. Será que ele não se causou uma boa primeira impressão?
        Apesar do exemplo citado ele realizou pela primeira um ritual místico. Pedras do Roncador, agua da lagoa encantada e a caverna escondida ao pé da serra foram suficientes.
        Ele conheceu-se, adorou-se e por fim ficaram amigos. Começara aí uma eterna amizade.